sábado, 3 de dezembro de 2016

O REFÚGIO- PRAÇA PRUDENTE DE MORAIS

Praça Prudente de Morais

Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

O REFÚGIO

   A 25 de janeiro de 1941 era inaugurado o REFÚGIO da Praça Prudente de Morais (antiga Praça das Verduras) em virtude de ter existido ali, a “Quitanda” de Tia Justina, mãe de José do Patrocínio. Tal construção que tem sido, ao longo dos anos, utilizada como bar, foi destinada aos passageiros de ônibus da linha Turfe Clube. O primeiro coletivo que dali partiu, tinha o nº 10 e pertencia à Empresa Progresso de Campos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

PRIMEIRO DESASTRE DE AVIÃO EM CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) - 1936


(Imagem Ilustrativa)


Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

PRIMEIRO DESASTRE DE AVIÃO


   O primeiro desastre de avião em Campos, teve lugar no dia 20 de janeiro de 1936. O fato foi com um aparelho do Exército Brasileiro. Quem pilotava o avião foi o Tenente-Aviador Vila Fortes. Procedente do Rio de Janeiro e após fazer evoluções sobre a cidade, no momento da aterrissagem, o aparelho espatifou-se. Ainda bem que o piloto, única pessoa do avião, nada sofreu. Ao sair ileso, Vila Fortes comunicou o acontecido ao Prefeito Sílvio Bastos Tavares que o hospedou até o dia seguinte. O fato não deixou de assustar a população.



terça-feira, 22 de novembro de 2016

ORFEÃO SANTA CECÍLIA(1941)

Orfeão de Santa Cecília

Do livro: "Campos depois do Centenário" -Vol. 1
(Waldir Carvalho)

    "O Orfeão de Santa Cecília, conjunto orfeônico que veio enriquecer o setor da Cultura Musical de Campos, foi fundado no dia 22 de novembro de 1941, dia consagrado à padroeira da Música, Santa Cecília.

Orfeão de Santa Cecília

     Seu idealizador e fundador foi o erudito Professor Newton Perissé Duarte.
     Foi diretor da entidade até 1964.
    Nos valendo do brilhante texto de Vicente Rangel, informamos que, foram atraídos vários intelectuais, escritores e artistas de Campos.
    O primeiro Concerto foi realizado no Trianon, em 19 de agosto de 1949,  por ocasião da apresentação do consagrado pianista polonês Miécio Horszowski.
     Ao longo dos anos inúmeros artistas de projeção nacional e internacional se apresentaram.
   Com o falecimento do seu fundador e regente (1965) assumiu a direção musical a Professora Vânia Ventura Barreto.


     O Orfeão Santa Cecília é considerado um dos maiores patrimônios artístico-musicais de nossa terra..."

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE CAMPOS(1961)

A Santa Casa e a Igreja Mãe dos Homens


Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2

SANTA CASA ERA DERRUBADA


   13 de setembro de 1961: estava sendo derrubado o velho prédio da Santa Casa de Misericórdia, na Praça do SS. Salvador. Tal demolição inspirou hilariante piada pelo centro da cidade. É que o antigo casarão há anos havia sido TOMBADO pelo órgão competente do Patrimônio Nacional. Nesse caso, a administração da Santa Casa estaria erroneamente interpretando o vocábulo "tombado" por DERRUBADO... Na verdade são palavras sinônimas, mas devido à célebre Torre de Pombos, o verbo "tombar" ganhou um novo sentido.


   Que pena! Mas agora Inês é morta...

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ESTAÇÃO DA AVENIDA (1951)

Estação Avenida

Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2.
(Waldir Carvalho)

   "Em junho de 1951, a antiga "Estação da Avenida", ponto de embarque e desembarque diário de passageiros dos trens da Leopoldina, com destino a Atafona e Santo Amaro, deixou de funcionar.
   O fechar de suas portas foi como uma nuvem negra impedindo a luz do luar, naquele 31 de maio de 1952, que assinala a sua paralisação definitiva.
   A construção do curioso prédio em forma de arco, que ficava no antigo Passeio Municipal, bem em frente à então Rua das Palmeiras, data do século passado (o volume 2 foi editado em 1995).
   Sua inauguração, que foi um ato festivo, ocorreu no dia 10 de outubro de 1889. De um lado ficava a sala do Agente e telegrafistas, do outro, o armazém para as cargas recebidas e despachadas.
   Durante a primeira gestão do Dr. José Alves de Azevedo como Prefeito de Campos, já não havendo mais o prédio utilizado, a velha estação, que havia prestado relevantes serviços durante 62 anos, foi destruída.
   Para sermos precisos, a derrubada teve início no dia 14 de setembro de 1952, o término se deu em 30 de novembro de 1953.
   Pena que aquela construção singular, espécie de pavilhão de feira de amostra não tenha permanecido como os arcos da Lapa no Rio de Janeiro, assinalando uma fase de progresso para Campos! Que fazer? Até o Teatro Trianon não teve outro destino!"

terça-feira, 8 de novembro de 2016

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE CAMPOS(1962)



                                              Do livro:"Campos Depois do Centenário" -volume II
                                                                  (Waldir  Carvalho)

     O autor narra:"O C M C viu alguns de seus alunos vitoriosos em concursos realizados fora de Campos, como também vários deles concluíram com brilhantismo cursos em outras Escolas nas áreas de Piano e Canto Orfeônico e realizaram recitais e concertos apreciados pela crítica e pelo público em diversas cidades brasileiras.
    E completa:"Graças ao conceito granjeado, o CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE CAMPOS é uma daquelas instituições, em torno das quais gravitam as atividades educativas, artísticas e culturais da cidade"... 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

TROLLEYBUS POR ÔNIBUS


TROLLEYBUS
Do Livro: “Campos depois do Centenário” volume III
( Waldir Carvalho)

   “31 de agosto de 1967: Era anunciada, por porta - vozes do Governo Estadual, a troca de linhas aéreas dos trolleybus para em seu lugar, trafegarem ônibus a óleo diesel.

   A  nota foi assinada pelo Sr. Secretário Saramago Pinheiro."

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

INAUGURAÇÃO DA RODOVIA DO AÇÚCAR (1962)

 INAUGURAÇÃO DA RODOVIA DO AÇÚCAR
                                
Do livro: "Campos depois do Centenário" volume II
(Waldir Carvalho)

     "30 de junho de 1962: Dia festivo para a população de toda Baixada Campista.Era inaugurada a "Estrada do Açúcar.
   Na oportunidade o autor deste livro - filho da região - tomado pela emoção dos seus conterrâneos,publicou em três partes,no jornal "A Notícia"  o ensaio que se segue".

O blog reproduz fragmentos:

RODOVIA DO AÇÚCAR

   “Rodovia do açúcar! Estrada do Açúcar para os novos; Estrada Grande para os nossos avós...
   Agora crismada com a doçura de um título, que te faz portadora de nossa crescente  admiração..
   Tu testemunhaste o dia-a-dia da gente simples, que te percorreram desde  tempos idos.
   Tu nasceste como nasce o rastro desordenado feito pelos pés do gado, através do campo em demanda do riacho mais próximo. Foram - sem dúvida- os índios goitacaz, quem te traçaram em dia que vão longe.
  Depois foste o trilho dos mamelucos. Mais tarde, te tornaste caminho preferido dos missionários Carmelitas e Beneditinos, que às suas margens ergueram os primeiros templos religiosos. Também serviste de via de comunicação aos Assécas, que se fizeram donos da Capitania dos Sete Capitães...
    Por ti, transitaram na calada da noite escravos fugitivos de fazendeiros de engenhos.
   Quantas cenas se desenrolaram em todo o seu percurso: o Barão da Lagoa Dourada fez de ti um roteiro de realeza e dotou-te de caminho de ferro; Pinheiro Machado encontrou na Boa Vista , um pedaço tranquilo para se lembrar do seu Rio Grande do Sul...
   Quantos carros, velha estrada, se viam atolados em seus lamaçais com destino à praia do Farol de São Tomé antes do calçamento...
   Tu viste depois surgir a estrada de rodagem e por ti passarem, carros de passeio e transporte coletivo...
   Estrada do Açúcar! Dos cantadores de reis, dos boiadeiros, do cantar dos galos, da camada espessa de sereno !...

E, de repente, a inauguração!
Dia máximo de tua História!

   Tu sentiste como que a acariciar-te o toque de pneus ligeiros; dos sapatos em pés apressados; a suavidade de pés descalços de gente humilde no teu dia de festa...
   Tu ouviste, na hora de tua inauguração como rodovia asfaltada, a música da banda de Santo Amaro, da Lira de Apolo; o eco emocionado dos oradores e  o aplauso efusivo de pessoas - como eu –que aprenderam a dar os primeiros passos por ti em agradecimento ao grande feito neste 30 de junho de 1962.”

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O MAIOR ASSALTO DE RUA(1947)

(Foto ilustrativa)

Do livro:  CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO” –volume I

            (Waldir Carvalho)


            "11 de janeiro de 1947.Tido como o maior assalto de rua, o fato teve como vítima a srª Diva Batista.
                 Após retirar do banco,20 mil cruzeiros e de ter deixado a Rua Barão de Cotegipe,a Beira Rio ao entrar na Santos Dumont, foi atropelada por uma bicicleta conduzida por José Florêncio.
               Com o choque proposital os pacotes  de dinheiro caíram.
               O assaltante pegou o que pôde e deu no pé.
            A polícia foi pegar Florêncio nos canaviais da Usina do Queimado.O dinheiro foi devolvido e a imprensa diz que nunca vira coisa igual..."