domingo, 17 de novembro de 2013

O XADREZ EM CAMPOS



O XADREZ EM CAMPOS

Do livro: “Campos depois do Centenário” – volume 2
(Waldir Carvalho)

    “Entre os anos de 1957 a 1958, Campos chegou a ter o que se chamou de ‘DEPARTAMENTO DE XADREZ’, que funcionou regularmente em salas cedidas pelo Automóvel Clube Fluminense, na rua 13 de Maio.
   A direção era do Sr. Thierry Homero Ribeiro Gomes. E tal foi o seu desenvolvimento, que chegou a produzir alguns campeões, inclusive à nível de Estado.
   Chegaram ao destaque no citado Departamento de Xadrez nomes como os jogadores: Dr. Décio Cretton, Dr. Jayme Ribeiro Gomes, Ricardo Luís Vasconcelos, José Amado Henrique, Oswaldo Ribeiro Gomes, Professor José Luís Glória, Ady Ribeiro Gomes, Ricardo Aziz Cretton, Renê Ribeiro Gomes, Luís Beda, Dr. Lício Laterça e Humberto Ribeiro Gomes.

   Anos depois, o Departamento acabou s transformando no CLUBE DO XADREZ DE CAMPOS.




sábado, 16 de novembro de 2013

O BOULEVARD FRANCISCO DE PAULA CARNEIRO


Francisco de Paula Carneiro

   Na foto acima, o busto de Francisco P. Carneiro (também conhecido como Capitão Carneirinho) exposto no foyer do Teatro Trianon, e tombado como Patrimônio Material do Município de Campos dos Goytacazes - RJ, em 27 de dezembro de 2011. Na placa anexada ao busto, contém os seguintes dizeres: "Ao Capitão Francisco de Paula Carneiro, homenagem dos seus admiradores - 1945".



Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)


O BOULEVARD


   Na sessão ordinária do dia 30 de julho de 1948, era aprovado o projeto de nº 53, denominando um trecho da Rua 13 de maio, de "Boulevard Francisco de Paula Carneiro". Tal proposição era de autoria do Vereador Prof. Gentil de Castro Faria, e se constituía numa homenagem à memória do cidadão progressista que foi o fundador do Cine-Teatro Trianon.

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CONFEITARIA BRASILEIRA (1939)

Confeitaria Brasileira - 1963
(Foto: acervo familiar de A. C. Silva)

Do Livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

A "BRASILEIRA"


   19 de fevereiro de 1939: era festejado na cidade, o 1º aniversário de fundação da "Confeitaria Brasileira", criação do português Sabino dos Santos, responsável pela fundação de muitas outras casas comerciais do gênero. Adepto da publicidade, Sabino, para comemorar o evento, sem faltar o chopp gelado, fez armar à frente da confeitaria, no início da Av. Sete, um coreto onde tocou sucessos carnavalescos, o conjunto "OS TANGARÁS". A noite, a turma do Saldanha, lhe ofereceu um banquete no Hotel Gaspar. Falaram, na ocasião, os jornalistas Sílvio Fontoura e João Rodrigues de Oliveira. Associou-se à festa, o Bloco dos "Enxutos" e a Bandinha do Orfanato São José.
     Tempo de gente alegre!
   Situada nos baixos de um edifício de quatro andares, no começo da Av. Sete, ali estava a CONFEITARIA BRASILEIRA, representando uma resposta portuguesa... como teria imaginado seu proprietário Sabino dos Santos, figura das mais simpáticas. 


Sabino dos Santos

     Sua casa, era um ponto de destaque no centro da cidade, um ambiente agradável, de bom gosto, e sempre muito frequentado.
Entre as bebidas de origem curiosa, como o "Conhac de Eucaliptus", o comerciante Pasqual Raso era representante de uma cachaça que tinha o nome, AGUARDENTE GENIPAPINA, cuja base não é difícil adivinhar...



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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O "QUINZE DE NOVEMBRO" de 1969

                             
 


Do livro:  "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 3
(Waldir Carvalho)

QUINZE DE NOVEMBRO

   Ano de 1969. Mais uma data a ser lembrada e festejada pelos campistas amigos do Civismo.

   Do programa constaram: Hino Nacional com a presença  da Secretária  Municipal de Educação, Profª Maria Francisca Paes: discurso  do Prof. e Acadêmico Américo Rodrigues da Fonseca Filho; Hino à   Bandeira  executado pela Lira Conspiradora .

terça-feira, 12 de novembro de 2013

JORNALISTA OSWALDO LIMA

                                            
Jornalista Oswaldo de Almeida Lima



Do livro: "GENTE QUE É NOME DE RUA" - Vol. 2
(Waldir Carvalho)

   Observação da blogueira: Neste mês  de novembro em que será duplamente lembrado (101 anos de nascimento) e (40 anos de seu falecimento) reproduzo fragmentos da vida e obra do brilhante Jornalista.
    Sua vasta biografia ocupa sete páginas do referido livro.
   “Nasceu em 30 de novembro de 1912 e faleceu na mesma data do ano de 1973.
Jornais em que trabalhou: A FOLHA DO COMÉRCIO, A GAZETA, MONITOR CAMPISTA (onde foi Diretor).
   Durante 35 anos foi responsável pela coluna “O COMENTÁRIO DO DIA” no Monitor.
   Presidiu a ASSOCIAÇÃO DE IMPRENSA CAMPISTA.
  Foi Presidente do CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA, hoje FUNDAÇÃO CULTURAL JORNALISTA OSWALDO LIMA.
   Participou em várias oportunidades da vida pública: Escrivão de Polícia, Secretário Municipal na gestão do prefeito Ferreira Paes; Diretor do Instituto de Educação de Campos; Secretário de Educação do Estado do Rio, durante o mandato de Tógo de Barros: Agente fiscal do Estado e Chefe da Recebedoria de Rendas Estadual, no governo de Geremias de Matos Fontes.
  Casou-se com a professora de música Themis Torres Lima, de cuja união  nasceram as filhas: Maria Célia, Maria Cristina e Maria Cecília, formando uma família modelo.


  Como escritor, fez o livro de memórias - BAIRRO DO CAJU - , que conta  histórias interessantes de uma boa parte da cidade que o viu nascer e se desenvolver culturalmente.E segue...”






segunda-feira, 11 de novembro de 2013

INCÊNDIO NA IGREJA DE SANTA EFIGÊNIA (1943)

Igreja de Santa Efigênia (2013)
(Foto ilustrativa)


Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)


INCÊNDIO


   A 5 de outubro de 1943, uma família que residia num barracão nos fundos da igreja de Santa Efigênia, se vê desalojada em virtude de um incêndio que consumiu a moradia. A igreja foi poupada, graças ao povo e à intervenção dos soldados do 3º Regimento de Infantaria do Exército. O pequeno grupo que formava o Corpo de Bombeiros, da Prefeitura, chegou tarde ao local.


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domingo, 10 de novembro de 2013

OS CAMPISTAS E A PRAIA DE ATAFONA (1949)

Batelão muito utilizado na época.
(Foto: andreambiental.blogspot)

Do Livro: " CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1

OS CAMPISTAS E A PRAIA DE ATAFONA


   Conforme comentário publicado na imprensa em 19 de janeiro de 1949, era considerada praia dos campistas, a de Atafona. Exaltava-se o clima a salubridade etc. Cientistas teriam dito que a água do mar, recebendo a mistura do líquido do Paraíba, tornava-se altamente medicinal. Mas no mesmo tópico, dizia-se que era uma praia muito maltratada. Por falta de estrada, São Thomé, a verdadeira praia do município, ficava em segundo plano. Só por falta de estrada, porque, segundo o Dr. Sobral, era ali que se curava, por exemplo, o béri-béri.


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VIAGEM INAUGURAL DE ÔNIBUS (1943)

(Ônibus dos anos 40)

Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1

VIAGEM INAUGURAL DE ÔNIBUS

   A 28 de agosto de 1943, era realizada a primeira viagem de ônibus entre asa cidades de Niterói e Campos, e vice-versa. O empreendimento, nada fácil para aquele tempo, só se efetivou graças a existência da (ainda sem asfalto) recém-inaugurada "Rodovia Amaral Peixoto".


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ENXADAS A PREÇO DE BANANA (1942)


Do Livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

ENXADAS A PREÇO DE BANANA

   A 23 de dezembro de 1942, era remetida para Campos, uma grande remessa de enxadas de 2 a 3 libras. Era véspera de Natal, mas não se tratava de presente de Papai Noel. As 15 mil enxadas foram encaminhadas pelo interventor Amaral Peixoto, visando a ajudar aos lavradores e trabalhadores campistas. A Prefeitura ficava encarregada de vender os referidos instrumentos de trabalho por um preço que ia de 1 a 14 cruzeiros. Na época, não deixou de ser "um negócio da China"...


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INTÉRPRETES DAS CRIAÇÕES RADIOFÔNICAS DE WALDIR CARVALHO

     
                                                                           O autor                        
             


                                Do livro: "Campos depois do Centenário" - volume II

                                                               (Waldir Carvalho)

                                                      O CRIADOR E AS CRIATURAS

         No referido livro às páginas:39, 40, 41, 42 e 43 o autor relata seus passos importantes  na carreira profissional de RADIALISTA.  
         Agradece e apresenta "os rádio atores, locutores, cantores, sonoplastas que viveram ao microfone da RÁDIO CULTURA DE CAMPOS os muitos personagens de suas  criações em novelas, rádio-teatro, sketcs humorísticas, novelas históricas...