sexta-feira, 29 de novembro de 2013

FEIJÃO PODRE (1955)



Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2
(Waldir Carvalho)


FEIJÃO PODRE


   A 10 de dezembro de 1955, danado da vida pelo prejuízo sofrido, o cidadão Geneci Rodrigues fazia séria denúncia contra o SAPS. É que ele comprara no armazém daquele posto de abastecimento, alguns quilos de feijão por um ótimo preço... Acontece que a citada mercadoria era falsa: o feijão mulatinho fora pintado de preto... Vermelho de raiva, Geneci exigiu o seu dinheiro de volta.

O SAPS e a Igreja de São Francisco



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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

1ª SEMANA DE MÚSICA DE CAMPOS (1961)


Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2
(Waldir Carvalho)


1ª SEMANA DE MÚSICA DE CAMPOS


   No dia 29 de outubro de 1961, encerrou-se a 1ª Semana de Música de Campos. Na programação do evento, neste dia às 15h, aconteceu no Automóvel Clube Fluminense, uma concentração  de grupos orfeônicos e canto sob a regência das professoras Jurema Cruz, Vânia Ventura e Alcídia Peres Pia.


Capa da programação da 1ª Semana de Música de Campos
(Acervo da Profª Alcídia Peres Pia)



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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

CONSTRUÇÃO DO PARQUE ALZIRA VARGAS (1943)


Construção do Parque Alzira Vargas
(1943)


Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

PARQUE ALZIRA VARGAS

   No dia 9 de fevereiro de 1943, com o projeto do engenheiro Dr. Leopoldo Rodrigues, aprovado pelo Prefeito Salo Brand, tinha início na praça pública junto a Estação da Avenida, a obra intitulada "Parque Infantil Alzira Vargas", em homenagem à primeira dama do Estado do Rio de Janeiro.


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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

RIN TIN TIN - UM CURIOSO ANDARILHO DE CAMPOS (1954)



RIN TIN TIN

 Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO"- Vol. 2
(Waldir Carvalho)

    “João de Deus - curioso andarilho (década de 50) conhecido pela alcunha de "Rin Tin Tin", trajava terno, usava chapéu, lenço no pescoço e andava com seu cãozinho de estimação preso a uma coleira.
   No dia 13 de abril de 1954, lamentavelmente, teve seu barraco de madeira  incendiado. Ficava localizado nas proximidades na Estação do Saco, no bairro da Leopoldina e fora construído pelo estimado comerciante Sabino de  "A Brasileira".
   Se, por um lado, a população se viu aliviada pelo fato de estar ausente o  Rin Tin Tin, na hora do sinistro, por outro sentiu e muito, em saber que o seu cãozinho de estimação - seu único companheiro – fora carbonizado.”




domingo, 24 de novembro de 2013

ALBERTO LAMEGO - 62 ANOS DE SUA MORTE

Alberto Lamego

Nesta data (24/11/de 1951) falecia aos 81 anos, ALBERTO LAMEGO.

Reproduzo , pois, fragmentos de sua Vida e Obra do livro:
“GENTE QUE É NOME DE RUA” - Vol. 2
(Waldir Carvalho)

   “Alberto Frederico de Morais Lamego foi um fluminense dos mais ilustres.
   Nasceu no município de  Itaboraí,  no dia 09 de outubro de 1870.
   Formou-se em Direito, na Faculdade de Recife, já que eram poucas as escolas superiores no Brasil.
   Em 1906, viajou com sua família para a Europa. Uma vez, em terras européias realizou pesquisas (Lisboa, Bruxelas, Londres e Paris), cidades que residiu enquanto foi necessário examinar documentos, tocar relíquias e conhecer pessoas ilustres.
   Durante anos, que passou fora do Brasil, especializou-se em História.
   De volta ao Brasil,  em 1920, além de suas obras escritas trouxe na bagagem, documentos valiosos e uma bela pinacoteca, esta ficou por muito tempo na Fazenda Ayrizes, sendo mais tarde cedida ao “Museu Antonio Parreira” de  Niterói.
   Dentre suas obras destaque para "TERRA GOITACÁ" (coleção de oito livros) de inestimável valor.

Solar dos Ayrizes

   Alberto Lamego, que vivendo em Campos foi proprietário da Fazenda Ayrizes, fazenda esta que com o seu solar serviu de cenário ao romance-ficção: A ESCRAVA ISAURA de Bernardo Guimarães.
  O grande historiador Alberto Lamego também se destacou no terreno filantrópico, um exemplo está na doação do antigo prédio (nºs 13 e 150 da Rua Marechal Floriano, para instalar a sede do ASILO DO CARMO.
   Ele, que tanto se preocupou com a nossa terra, é hoje com muita justiça, um nome de rua de nossa cidade de Campos.”

AVENIDA ALBERTO LAMEGO:
Início - Av. Presidente Kennedy (atual Av. Arthur Cardoso Filho)
Término - Av. Dr. Felipe Uébe.


sábado, 23 de novembro de 2013

INAUGURAÇÃO DA RODOVIÁRIA ROBERTO SILVEIRA (1962)

                                                        Rodoviária Roberto Silveira (anos 70)


INAUGURAÇÃO DA RODOVIÁRIA ROBERTO SILVEIRA

Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO"- Vol. 2
(Waldir Carvalho)

    “28 de março de 1962 - Foi considerado um presente que a cidade recebeu na data de seu aniversário.
  O momento foi marcado pela presença de grande massa popular, que tomou conta de todas as dependências.
    Alguns dados interessantes: o custo da Rodoviária - 50 milhões de cruzeiros; na época, o segundo maior terminal de coletivos do país, só perdendo para a Rodoviária de São Paulo; cortou a fita simbólica, o então Ministro Badger Silveira.
    Após os discursos das autoridades presentes, o que se viu foi um grande  Carnaval, com os desfiles de todas as sociedades vencedoras de 1962, percorrendo toda a extensão da Av. Rio Branco, até alta madrugada.”








sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ORFEÃO DE SANTA CECÍLIA


Orfeão de Santa Cecília

Do livro: "Campos depois do Centenário" -Vol. 1
(Waldir Carvalho)

    "O Orfeão de Santa Cecília, conjunto orfeônico que veio enriquecer o setor da Cultura Musical de Campos, foi fundado no dia 22 de novembro de 1941, dia consagrado à padroeira da Música, Santa Cecília.

Orfeão de Santa Cecília

     Seu idealizador e fundador foi o erudito Professor Newton Perissé Duarte.
     Foi diretor da entidade até 1964.
    Nos valendo do brilhante texto de Vicente Rangel, informamos que, foram atraídos vários intelectuais, escritores e artistas de Campos.
    O primeiro Concerto foi realizado no Trianon, em 19 de agosto de 1949,  por ocasião da apresentação do consagrado pianista polonês Miécio Horszowski.
     Ao longo dos anos inúmeros artistas de projeção nacional e internacional se apresentaram.
   Com o falecimento do seu fundador e regente (1965) assumiu a direção musical a Professora Vânia Ventura Barreto.
     O Orfeão Santa Cecília é considerado um dos maiores patrimônios artístico-musicais de nossa terra..."


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A MATERNIDADE


                                  Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" -volume I
                                                                 (Waldir Carvalho)
            
                "Eis aqui outro sonho, sobretudo da classe média, que acabou por, em boa hora, se realizar - a Maternidade.
                Com seus alicerces iniciados pelo ano de 1925, junto à Policlínica, na Avenida Alberto Torres, o edifício foi, lentamente sendo erguido.
                Seu fundador e grande entusiasta foi Dr. Benedito Gonçalves Pereira Nunes, médico dos mais competentes e homem público destacado pela capacidade e honradez que Campos conheceu.
                 Infelizmente,dez anos mais tarde, quando foi solenemente inaugurada (1935) já não se achava entre nós.
               Segundo Horácio de Sousa, a primeira criança a nascer ali foi Benedito, filho de Isaltina Gomes."

terça-feira, 19 de novembro de 2013

EXPOSIÇÃO DE PINTURA - HALL DA LYRA DE APOLLO

Sociedade Musical Lyra de Apollo
(Foto: anos 70)

Do livro : "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

PINTOR BARROSO

   A 1º de outubro de 1949, no " hall" da Lyra de Apollo, achava-se à disposição do público, uma exposição de pintura do campista CARLOS BARROSO.
   Destacavam-se em sua obra, os quadros intitulados: MANHÃ NA PRAIA, COQUEIROS,  BAIXADA entre outros.
   Carlos Barroso, após correr meio mundo, inclusive se destacando no meio literário, retornou a Campos, onde fixou residência.

  Obs. da blogueira: Na data de hoje (19 de novembro) de 1990, a sede da LYRA DE APOLLO  sofria um incêndio, que marcou a sociedade campista. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO AO EXPEDICIONÁRIO

                                                      obra do artista Modestino Kanto
                               
                             Do livro:"CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO"- volume I
                                                              ( Waldir Carvalho)

                " O expressivo acontecimento foi levado a efeito em 14 de abril de 1947.
   Neste dia houve a transladação dos despojos do Capitão do Voluntários da Pátria, Manoel Teodoro de Almeida Batista,morto na campanha do Paraguai.
                Do programação oficial elaborado para o ato cívico constava: Missa na Catedral , descerramento da cortina ao som do Hino Nacional, Hino à Bandeira ,Marcha Brasil ( no momento,aviões do Aéro - Clube), desfile cívico- militar, discursos de autoridades, retreta de bandas. 
                                                     (...)
           Do discurso do Prefeito Aquiles Sales,um trecho: "Campos, vibrante de civismo, demonstrou a grandeza de seus sentimentos, perpetuando na dureza do bronze a sua homenagem aos bravos, que elevaram o nome da Pátria. O sangue generoso de seus filhos jorrou em holocausto à causa da civilização, resgatando com seu sacrifício a dívida do homem livre para com a própria liberdade"