domingo, 13 de outubro de 2013

WALDIR CARVALHO DOA ORIGINAIS DE SUAS NOVELAS AO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL


MEMÓRIA BEM GUARDADA

 “ Matéria  publicada no “MONITOR MAIS” de 04 de dezembro de 2003”
Jornalista: Alicinéia Gama
Fotos: Ivan Machado
Editora do Caderno de Cultura: Jornalista Patrícia Bueno.
                                                  



      Fragmentos extraídos da matéria:

   “ A partir  do próximo ano, pesquisadores que forem ao Arquivo Público Municipal vão poder conhecer três  novelas do escritor campista Waldir Carvalho .
   A SENTENÇA DIVINA, CANÇÃO DE NINAR e EPOPÉIA DO PATROCÍNIO, todas da década de 50 (radiofonizadas na Radio Cultura de Campos) foram doadas oficialmente e segundo o diretor do Arquivo, Carlos Freitas, "o material vai continuar pertencendo ao escritor. Esse gesto é muito importante. É uma forma de preservar a memória da cidade".
    No que completa, o autor: "Sendo o Arquivo Público um lugar apropriado, resolvi deixar estas obras sob tutela para os pesquisadores". E detalha,  Waldir Carvalho: ‘A Sentença Divina’ e ‘A Canção de Ninar’ possuem cada uma, 20 capítulos e eram exibidas três vezes por semana. A primeira retrata o Controle de Natalidade; já a segunda, aborda Adoção. E acrescenta: ’Embora sejam trabalhos de ficção, são temas inéditos para a época (idos de 57)’
   ‘A Epopéia de Patrocínio’ tem um caráter histórico, cujos discursos da trama eram calcados nos próprios discursos, que o líder abolicionista fazia em praças públicas, e foi ao ar durante o Centenário de José do Patrocínio. O sucesso foi tão grande, entre os ouvintes ,que o último capítulo foi feito em cena aberta.’, finaliza o escritor.”

    

O PREFEITO E OS ALTO-FALANTES

Carro com alto-falantes (Anos 50)

Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2

(Waldir Carvalho)

   Em 04 de janeiro de 1951, os jornais noticiavam os fatos ocorridos em face de uma Portaria do Prefeito Ferreira Paes, proibindo serviços de alto-falantes na cidade. Fora preso o carro da FAMA PUBLICIDADE, do locutor Hernon Viana. Em consequência a Rádio Cultura entrou na briga. E a situação complicou com a postura contra o ato do Prefeito de Campos, da Associação Brasileira de Rádio que condenava o Chefe do Executivo campista por estar atentando contra a liberdade de difusão etc. E a "Lei da Rolha" acabou alterada pela Câmara Municipal.

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sábado, 12 de outubro de 2013

GUARDADOS DE WALDIR...

Neste "Dia da Criança" encontro entre papéis do meu saudoso pai (desculpem a pieguice!):

   Quando do lançamento de um dos seus livros, na antiga "Noblesse": ele, a esposa Zeni e os seis queridos netos: Gustavo, Guilherme, Frederico, Fábio, Maurício e Rafael.

E mais ...desenhos de alguns netos:





sexta-feira, 11 de outubro de 2013

FIM DO VELHO TRIANON


 FIM DO VELHO TRIANON
(Waldir Carvalho)

   Encontro no acervo do escritor várias páginas  datilografadas pelo autor (não localizada se transformou em crônica ou pertenceria ao projeto do "Campos depois do Centenário" - Vol. IV).
   Transcrevo,pois, fragmentos:
  " No início do mês de junho de 1975 foi impresso e distribuído um convite à comunidade campista:

C O N V I T E

CINE TRIANON
(Programação beneficente do Lions Clube de Campos)
"Noite do Adeus"- sessão despedida com o filme  GILDA
Dia:08/06/1975
20 horas
Cr$ 20,00
 PROGRAMA:
Às 19 horas:
   Recepção pelos componentes do Lions Clube de Campos, ofertando chaveiros aos possuidores de tickets.
Às 20 horas:
Apresentação do filme: GILDA
Com: Rita Hayworth
Glen Ford
George Mc Cready
Produção: Virgínia Van Upp
Direção: Charles Vidor
Ano: 1921
Campos, 08 de junho de 1975

   A seguir, o escritor transcreveu, na íntegra o texto contido no livreto/convite com o histórico do monumento histórico, que vai desde a INAUGURAÇÃO  DO THEATRO TRIANON (25/05/1921) com suas instalações (nº de cadeiras, frisas, balcões, camarotes, galerias) quanto à fabulosa "orchestra"com elenco de 105  personagens... ( o que nos cabe somente a citação).
   Ao término escreve Waldir: "Depois, como ninguém desconhece, o melhor do teatro, da música e do cinema internacional passou pelo Trianon. Alguns nomes: Leopoldo Fróes, Alda Garrido, Aracy Cortes, Vicente Celestino, Bidu Sayão, Procópio e Bibi Ferreira, Raul Roulien, Mesquitinha, Carmem Miranda, Mojica, Dulcina, Eva Tudor, Henriqueta Brieba , entre muitos e muitos...
   Somente os campistas - governantes e povo -   que desconheceram a bela história do Trianon de Paula Carneiro, foram, por falta total do verdadeiro bairrismo, capazes de permitir que houvesse uma tristíssima "Noite do Adeus" em 08 de junho de 1975...

O CARNAVAL DE 1957


 Do livro: "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 2
(Waldir Carvalho)

O CARNAVAL DE 1957

   O Carnaval campista de 1957, ocupou os dias 2, 3, 4 e 5 de março. No sábado, como abertura e seguindo um antigo costume, percorreu as ruas do centro da cidade, sob a contemplação alegre do povo, a "Passeata do Bloco dos Caveiras", ligado ao Automóvel C. Fluminense. E a partir da primeira noite, houve animados bailes no Tenente de Plutão, Itatiaia, C.R. Rio Branco, Saldanha e Automóvel Clube. Naquele ano foi acrescentado o Baile do Bandeirantes da Lapa.
   Domingo pela manhã, como de estilo, o desfile pelo centro da cidade de tipos e blocos curiosos, encarnando sátiras as mais engraçadas. Em 1957, saíram por exemplo, "Mosqueteiros da Baixada" (ligado ao Americano F.C.), "Mama na Burra" (do Goitacaz), "Você Me Acaba" (do Campos Associação), "Os Anjinhos" (do Rubro Negro), "Não Sei Se Volto" (do Floresta) e o "Está Em Todas" (da Emissora Continental).

   Na Segunda Feira Gorda, como acontecia todos os anos, a família campista aguardava das sacadas ou em cadeiras pelas calçadas, o desfile das chamadas Pequenas Sociedades (em respeito aos grandes préstitos do passado) compostas de ranchas, blocos, cordões e Escolas de Samba (ainda não se falava em "academia de ritmo"...).
   Desta vez visando manter o carnaval de rua que já se restringia aos clubes sociais, a Estrada de Ferro Leopoldina colocou Trem Especial - trem da alegria - entre Rio de Janeiro e Campos. Surtiu bom resultado.




Mascarados do Carnaval/57

   Na noite de Terça-Feira, também gorda, houve o desfile dos vencedores e ainda o préstito do bloco "Os Caveiras", com guarda de honra, fanfarras e 2 belas alegorias. Desta vez não houve o velho corso, e dos Grandes Clubes, nem o Indiano Goitacaz deu o ar de sua graça.

Alcançaram o 1º lugar:

 Bloco - FELISMINDA MINHA NEGA
Rancho - CHUVEIRO DE PRATA
Cordão - TRIUNFO DAS CORES
Escolas de Samba - CRUZEIRO DO SUL


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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O CINE - TEATRO TRIANON E SUA REFORMA DE 1937

Do livro: “Campos Depois do Centenário” - Vol. 1
(Waldir Carvalho)

 O CINE -TEATRO TRIANON E SUA REFORMA  DE 1937

   “No início de 1937, os empresários do Cine-Teatro Trianon resolveram fazer substancial reforma, não apenas no prédio e instalações daquela casa de diversões da cidade , mas - acima de tudo – em sua programação.
   E para melhor agradar aos seus frequentadores, bem como “ habitues”do velho Coliseu dos Recreios, a direção programou os melhores filmes do ano.
    Entre eles: O AMOR É ASSIM - com Robert Taylor e Loreta Young
                       CORAÇÃO DE FILHO - com Jackie Cooper
                       GONDOLEIRO DE BROADWOY -  com Dick Powell
                       HERÓIS DO AR - com Jones Cagney e Pat O’Brien
                       O DELATOR – com Victor Mac Lazlen
                       VIVO PARA O AMOR – Com Dolores Del Rio
                       A MORTE DE DR.HARRISON - com Ricardo Cortez
                       CANTA E SERÁS FELIZ - com Gil Jolson
                       UNHAS E DENTES - com Franck Buck
                       INFERNO NEGRO – com Paul Mussi
   Além dos acima citados, muitos outros que ficaram na saudade dos amantes das boas fitas de cinema. A fase é outra lembrança feliz do Trianon, que foi destruído para ceder lugar à uma casa bancária."  

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

CONTOS & CANTOS




             Na apresentação deste livro o autor assim se expressou: "Não há dúvida de que o real, na maioria das vezes, supera facilmente o imaginável; que a realidade da vida,em muitas ocasiões, vai além da concepção do autor mais inspirado.
             Foi pensando nisso,que resolvi reunir fatos e pensamentos e colocá-los nas páginas deste despretensioso livrinho, feito de estórias e singelas poesias...
             Que os personagens, reais ou fictícios, não apenas destes campos dos Goytacazes, mas deste Brasil tão nosso e tão amado, mais os cometimentos poéticos de quem sonha sob a carícia de uma brisa umedecida pelo respirar constante do rio Paraíba, sirvam de razoável entretenimento àqueles, que avidamente buscam um pouco de distração...


terça-feira, 8 de outubro de 2013

PROGRAMA OFICIAL DA FESTA DO CENTENÁRIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ)

     Extraído do livro CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO - VOLUME 1, de Waldir Carvalho, e de acordo com o autor, resolvi transcrever na íntegra, a programação da Festa do Centenário, em virtude do seu valor histórico, e também para levar ao conhecimento de todos que virtualmente, procuram conhecer mais de Campos dos Goytacazes e do seu passado.
(João Pimentel)



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     1935! Ano especial para a cidade de Campos situada ao Norte do Estado do Rio de Janeiro. Cidade cercada de usinas de açúcar, usinas que se elevam do imenso tapete verde dos canaviais, sobretudo da Baixada, ou das menos elevadas montanhas que ficam em ambas as margens do rio Paraíba.

PROGRAMA OFICIAL DA FESTA DO CENTENÁRIO DE CAMPOS


     Finalmente, a Comissão instituída pelo Prefeito do Município, o ilustre Sr. Dr. Francisco da Costa Nunes, deu como elaborado o Programa Especial para a grande Festa do Centenário da Cidade de Campos.
     A sua publicação nos principais jornais, fez com que de imediato, não apenas o povo em si, mas o comércio, a indústria e pequenos vendedores tomassem as providências porque a hora de faturar havia chegado. Por outro lado, homens e mulheres que viviam de pequenos divertimentos públicos e comércio de variedades em barracas aqui e ali, nas festas populares da região, cuidaram de ocupar os terrenos da "Bacia" - Beira-Valão, nas proximidades do Mercado - visando, da mesma forma, ganhar uns "cobres".


Programa - Março de 1935

Dia 23
16:00 h - Colação de Grau dos odontolando e farmacolandos de Campos, no edifício do Fórum;
22:00 h - Baile de Formatura dos referidos formandos;
Dia 24
16:00 h - Jogo de "Foot-ball". À noite, a Praça São Salvador e ruas centrais terão iluminação complementar e retretas populares pelas bandas de Campos;
Dia 25
20:00 h - Conferência do Dr. Rothier Duarte, sob o tema "A ESCOLA NOVA". Local: Liceu de Humanidades;
À noite, o centro da cidade contará com iluminação suplementar e retretas populares;
Dia 26
20:00 h - Sessão solene na Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia, irradiada pela Rádio Cultura de Campos (emissora fundada há poucos meses);
21:00 h - Jogo de "Basket-ball". O centro terá iluminação suplementar e retretas populares. (Era feito um revesamento entre as bandas Guarani, Apolo, Conspiradora e Operários Campistas);
Dia 27
20:00 h - Conferência do Dr. Rothier Duarte, sob o título "CAMPOS DE ONTEM, DE HOJE E DE AMANHÃ";
À noite, no 'PARQUE DE DIVERSÕES NORTE AMERICANO", espetáculo gratuito para estudantes em geral. Haverá iluminação suplementar na parte central da cidade. As bandas musicais farão retreta;
Dia 28
07:00 h - Chegada das Autoridades. (Foram convidados representantes do Rio de Janeiro e de outras cidades);
08:00 h - Regata Oficial. (Além de desportistas de Campos, fizeram-se presentes delegações do Rio de Janeiro);

Desfile na Festa do Centenário

12:00 h - Almoço no Rotary Club. (Um encontro festivo de grande significado para a vida de Campos);
15:30 h - Partida de "Foot-ball". (Compareceram, inclusive, representantes senhoras e senhorinhas da sociedade);
16:30 h - Sessão Cívica Comemorativa do Centenário e inauguração do Edifício do FÓRUM. (Ato irradiado pela Rádio Cultura de Campos);
20:00 h - Festa Veneziana. (Desfile luxuoso e alegórico e em barcos ricamente ornamentados sobre as águas do rio Paraíba. Espetáculo inesquecível complementado fogos de artifícios de rara beleza);

Avenida XV de Novembro durante a festa do Centenário

Banda dos Fuzileiros Navais no Trianon

21:00 h - Recepção às Embaixadas esportivas na sede do Clube de Regatas Saldanha da Gama. (Tais embaixadas procediam do Rio de Janeiro e a sede do Saldanha, nesta época, era na Beira- Rio, entre as esquinas de Santos Dumont e Barão de Cotegipe);
22:30 h - Palestra na Rádio Cultura de Campos, em cadeia com a Rede Verde-Amarela. (A Rede Verde-Amarela era uma organização que partindo de São Paulo congregava emissoras de rádio em alguns Estados brasileiros). Iluminação suplementar, retreta e entrada grátis para  escolares no Parque de Diversões Norte Americano;

Banda dos Fuzileiros Navais na Praça São Salvador

Dia 29
15:00 h - Inauguração do Clube de Cultura Física do Liceu de Humanidades;
20:00 h - Concerto da Banda dos Fuzileiros Navais. (O autor (Waldir Carvalho) deste trabalho, com 11 anos de idade, em companhia de seu pai, viu no Café Java, a passagem dessa banda pela Praça São Salvador, na direção da Beira-Rio). O concerto foi no Teatro Trianon, igualmente irradiado pela Rádio Cultura;
21:30 h - Palestra no rádio, em cadeia, com a Rede Verde-Amarela. Iluminação suplementar, retreta, e Parque Norte Americano;
Dia 30
09:00 h - Canto orfeônico e demonstração de cultura física por grupos escolares;
15:00 h - Inauguração e instalação da Biblioteca e Arquivo da Municipalidade. (A Biblioteca fora criada em 1871, inaugurada em 1903, sendo que suas novas instalações e o Arquivo foram inaugurados em 1935);
16:00 h - Inauguração do Campo de Aviação. (Local: Guarulhos em terrenos da antiga Escola de Aprendizes de Marinheiros);
21:00 h - Foot-ball. (Mais uma vez se fizeram presentes representantes do belo sexo);
21:30 h - Palestra no rádio. (Não havendo concorrência, nem mesmo de emissoras do Rio, a Cultura, na verdade, significou desde osa dias iniciais do novo século um meio incomparável de comunicação);
Dia 31
09:00 h - Provas de Natação. (Ao lado dos campistas, estiveram figuras de renome do Rio e outras cidades);
10:00 h - Desfile de militares, escolares, atletas e escoteiros;
15:30 - Foot-ball. (Como sempre, segundo a imprensa mais tarde, presença marcante da sociedade);
17:00 h - Concerto público da Banda dos Fuzileiros Navais, do Rio de Janeiro;
21:00 h - Queima de Fogos de Artifício;
21:30 h Palestra no Rádio e retreta pelas bandas de Campos.

    Finaliza o autor, comentando:
   "Uma festa muito bonita! Uma festa nunca vista na cidade de Campos, conforme se esperava e até surpreendente para muitos".


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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O "CASINO" DE CAMPOS

                                
           O “ CASINO” DE CAMPOS

Do livro "CAMPOS DEPOIS DO CENTENÁRIO" - Vol. 1
(Waldir Carvalho)
(Fragmentos do texto original)

     “O Casino (conforme a grafia italiana da época) ao ser fundado (1936) se constituiu
numa grande novidade em Campos, notadamente, no seio da alta sociedade. Tratava-se de uma casa dedicada ao lazer, com jogos e festas ao alcance dos seus refinados frequentadores.
     No começo foi presidido pelo Dr. Plínio N. Machado.
    Sofreu interrupções e foi reinaugurado no dia 9 de maio de 36, na R. 13 de Maio,
no local em que foi construído o Automóvel Clube Fluminense. Da diretoria dessa fase, constavam os seguintes nomes: Drs.Ismael Vivácqua e Sigesmundo Caldas Barreto e srs.Tolipan e Rafael Manhães. O responsável pelo Dptº de Publicidade era o Sr.João João Rodrigues de Oliveira.
    Um ponto de destaque na divulgação do Casino de Campos, era enfatizar que o mesmo era um “ponto de reunião familiar”.
     Ao lado do cassino existia o GRILL ROOM onde desfilaram os mais renomados artistas vindos de várias partes do país e do mundo como por exemplo:Sílvio Caldas,The Reeeve Sisters, Irmãs Pagãs, All Morrison,Wanda Moreno, Nena de Napoli... 

domingo, 6 de outubro de 2013

RUA QUE NÃO É NOME DE GENTE

Rua Visconde do Itaboraí (Antiga Rua do Leão)

RUA QUE NÃO É NOME DE GENTE
(Waldir Carvalho)
(1993)

   O autor de "GENTE QUE É NOME DE RUA" (3 volumes) editou o livro "RUA QUE NÃO É NOME DE GENTE"onde enfoca, por exemplo: Rua do Conselho, Rua Direita, Rua das Cabeças, Rua Detrás, Rua da Quitanda...e algumas ruas, que originariamente possuíam (a exemplo das acima citadas ) estas nomenclaturas, também as curiosas ruas com nomes de animais.

Destaco nesta postagem a RUA do LEÃO:

  “Leão! Rua do Leão! O nome da rua teve sua origem na identidade de um bom homem, um ilustre médico, que tinha Leão como sobrenome.
   Dr.Leão ou João Martins Leão, o humanitário clínico que tantos serviços prestou à nossa Campos em tempos idos,por ocasião das grandes epidemias”.